DESAPARECIDOS: Clique aqui e coloque no seu Blog!

Notícias Online

Loading...

Domingo, 14 de Junho de 2009

A DOR DO ABANDONO

A DOR DO ABANDONO

Era uma manhã de sol quente e céu azul
quando o humilde caixão contendo um
corpo sem vida foi baixado à sepultura.
De quem se trata? Quase ninguém sabe.
Muita gente acompanhando o féretro?
Não. Apenas umas poucas pessoas.
Ninguém chora.
Ninguém sentirá a falta dela.
Ninguém para dizer adeus ou até breve.
Logo depois que o corpo desocupou
o quarto singelo do asilo, onde aquela
mulher havia passado boa parte da sua
vida, a moça responsável pela limpeza
encontrou em uma gaveta ao lado da
cama, algumas anotações.
Eram anotações sobre a dor...
Sobre a dor que alguém sentiu por
ter sido abandonada pela família
num lar para idosos...
Talvez o sofrimento fosse muito
maior, mas as palavras só permitem
extravasar uma parte desse sentimento,
gravado em algumas frases:
 Onde andarão meus filhos?
Aquelas crianças ridentes que embalei
em meu colo, alimentei com meu leite,
cuidei com tanto desvelo, onde estarão?
Estarão tão ocupadas, talvez, que não
possam me visitar, ao menos para dizer
olá, mamãe?
Ah! Se eles soubessem como é triste
sentir a dor do abandono...
A mais deprimente solidão...
Se ao menos eu pudesse andar...
Mas dependo das mãos generosas dessas
moças que me levam todos os dias para
tomar sol no jardim...
Jardim que já conheço como a palma
da minha mão.
Os anos passam e meus filhos não
entram por aquela porta, de braços
abertos, para me envolver com carinho...
Os dias passam...
e com eles a esperança se vai...
No começo, a esperança me alimentava,
ou eu a alimentava, não sei...
Mas, agora... como esquecer que
fui esquecida?
Como engolir esse nó que teima em ficar
em minha garganta, dia após dia?
Todas as lágrimas que chorei não foram
suficientes para desfaze-lo.
Sinto que o crepúsculo desta
existência se aproxima...
Queria saber dos meus filhos...
dos meus netos...
Será que ao menos se lembram de mim?
A esperança, agora, parece estar
atrelada aos minutos...
que a arrastam sem misericórdia...
para longe de mim.
Às vezes, em meus sonhos,
vejo um lindo jardim...
É um jardim diferente, que transcende
os muros deste albergue e se abre em
caminhos floridos que levam a outra
realidade, onde braços afetuosos me
esperam com amor e alegria...
Mas, quando eu acordo, é a minha
realidade que eu vejo...
que eu vivo... que eu sinto...
Um dia alguém me disse que a
vida não se acaba num túmulo
escuro e silencioso...
Que a vida continua após a
morte, de uma outra forma...
Mas com certeza a minha matéria,
a minha mente, o meu eu dessa
vida que vivo agora,
com o nome que tenho...
nunca mais existirá!
E quando a morte chegar,
só restará a saudade que com o
passar do tempo se ameniza...
(se é que alguém vai sentir saudade
de mim, já que não sentem enquanto
ainda estou viva neste asilo)

Sinto que a minha hora está chegando...
Depois que eu partir, gostaria que
alguém encontrasse essas minhas
anotações e as divulgasse.
E que elas pudessem tocar os corações
dos filhos que internam seus pais em
asilos, e jamais os visitam...
Que eles possam saber um pouco sobre
a dor de alguém que sente o que é
ser abandonado...


(Autor Desconhecido)

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Mensagens Angels | Mensagem Diária

Mensagens Angels | Mensagem Diária

Shared via AddThis

Domingo, 7 de Junho de 2009

JOSÉ LOPES PROCURA ESPOSA E FILHOS



 

José Lopes Siqueira
DATA DE NASCIMENTO:: 02/02/1938
TELEFONE: 24/9811-3153
EMAIL: valeriaparaty@hotmail.com
ULTIMO LOCAL DE CONTATO: Martelandia/MG
ESTÁ PROCURANDO: Esposa e filhos
NOME DA PESSOA PROCURADA: Madalena Felipe de Oliveira (esposa)
MAIS DETALHES: Eu, José, morava na cidade de Rio Vermelho, distrito de Martelandia/MG e na década de 1980 fui trabalhar em São Paulo deixando minha esposa com quatro filhos e até hoje me arrependo disto. Minha filha mais velha chama-se Maria Lopes Siqueira, nascida em 12/04/1960, João Lopes Siqueira e Adão Lopes Siqueira, nascidos em 15/09/1969.
Estou com 71 anos e queria reencontrar meus filhos.
Meus dois irmãos continuaram morando em Martelandia e eram casados com duas irmãs da minha esposa.
Um dos meus irmãos chama-se Joaquim Lopes Siqueira e casou-se com minha cunhada Merces Felipe de Oliveira.
Na época eles moravam no município Córrego Vermelho/MG que hoje chama-se Martelãndia/MG e fica perto do Serro/MG.
Há a possibilidade de que possam ter se mudado para o Paraná.
Nunca mais casei e hoje moro sozinho na cidade de Paraty/RJ. Tenho esperanças de morrer e ainda ver minha família que larguei quando era jovem.


 


Thais de I. Barros

Thais de I. Barros

 

Esta é minha amada filha que foi raptada por um mostro"homem".

Data de nascimento: 06/10/1993
Raptada: 22/12/2002
Mãe: Elisabete M. de Lima Barros
Pai: Francisco José Barros

Circunstância: Na feira da Vila Kennedy-Bangu-RJ por volta das 10:20 da manhã ela estava na barraca da minha irmã c/minha cunhada, quando ela pediu para comprar sorvete + ou - 6 mts ela e o filho(5 anos) da minha cunhada, quando um "homem" chamou-a. O senhor quando voltou para entregar o sorvete sentiu que ela estava com pressa, então achamos que ele ameaçou de alguma forma como ela era medrosa acabou indo com ele.



 


Michele Santana de Araújo(Sequestrada)

Michele Santana de Araújo(Sequestrada)

 

 

Data de Nascimento: 08/01/1993.

Desaparecida: 21/11/2002.
Mãe: Alzerina Santos de Souza.

Pai: João Bernardo de Araújo.

Circunstância: Michele e seu irmão mais novo foram ao súpermercado próximo a sua casa em Bonsucesso- RJ. Quando um homem se aproximou e conversou com eles e disse que ia ali com a Michele e deixou uma nota de 1 real com o irmão dai por diante não foi vista mais.Ajude-nos nesta batalha.


NASA Image of the Day